
No outro dia fui escondida na casa do Simon,
eu tinha obrigado o Lou a me dar o endereço depois de muito aperreio mesmo eu
com raiva dele. Como as mensagens eram pelo celular ele não percebeu minhas
lagrimas simplesmente fui uma mandona pedindo e endereço e tchau.
Simon veio atender a porta e entrei sem nem ele me
convidar.
Eu: Vou logo ao ponto se
não você não escuta.
Simon: O que você quer
comigo. –falou rudemente.
Eu: Nossa calma. Eu só
quero saber por que foi lá em casa?
Simon: Já me arrependi,
você e sua mãe são duas medrosas eu odeio vocês.
Eu: Não fala assim dela
seu... seu...
Simon: É a pura verdade e
me arrependo de ter conhecido aquela mulherzinha que não presta.
Em lagrimas comecei a soca-lo, mais eu era fraca e
ele não sentia nada, ele pegou meus braços nas mãos e disse:
Simon: As duas não
prestam, eu não quero mais vê-las.
Eu: Seu bastado, cretino,
você não nos conhece cachorro sem vergonha.
Ele
me deu um tapa e me jogou no chão e foi abrir a porta eu coloquei a mão no
rosto, chorei e gritei em quanto levantava.
Eu: Eu te odeio, te odeio,
te odeio. Seu bruto arrogante.
Sai correndo porta à fora chorando, corri até não senti
mais o ar nos meus pulmões, meus pulsos doíam pela força que ele fez e meu
rosto ardiam pelo tapa. Limpei a vista embaçada me sentei no parque e respirei
fundo.
Logo flashes começaram brilhar, olhei para cima e um
paparazzo estava batendo fotos minhas tentei esconder o rosto.
Eu: Por favor, para me
deixa em paz. Que droga!
Louis: (S/N) vem por aqui.
–Louis pegou no meu braço e me arrastou para um carro, o paparazzo não parava
com as fotos.
Eu: Droga de paparazzo.
Louis: O que aconteceu
(S/N)?
Eu: Nada me deixa em casa,
por favor.
Louis: Se não quer falar
comigo tudo bem.
Eu: Lou desculpa, mais eu
só quero chegar em casa e eu estou chateada com você.
Louis: O que eu fiz?
Eu: Por favor, depois.
–coloquei as mãos no rosto e chorei em silencio, tanta coisa acontecendo e
ficar perto do Louis e não falar com ele só piorava.
O carro parou em frente a minha casa desci o mais
rápido e corri para dentro de casa, subi as escadas correndo bati a porta do
quarto e me joguei na cama eu ainda chorava quando a Mari me manda a
confirmação da inscrição na competição de ginástica que eu tinha me inscrito e
não lembrava.
Minha mãe entra no quarto no momento que eu jogo o
celular no sofá.
Mãe: (S/N) o que
aconteceu?
Eu: Nada mamãe. –falei
entre soluços.
Mãe: Filha, amor, o que
houve?
Eu: Mais uma vez eu fiz a
coisa errada.
Mãe: Filha que marca de
dedos são essas no seu rosto? Quem te bateu?
Eu: Mãe eu fui na casa do
Simon, discutimos, e ele me deu um tapa.
Mãe: O que! Eu não
acredito, aquele, ele vai me pagar.
Eu: Mãe me abraça, mãe me
deixa só, eu prometo nunca mais ir procurá-lo. Ele me maguou, eu odeio ele.
Mãe: Isso é uma pena.
Mamãe ficou deitada na cama comigo até eu adormecer.
MÃE: ON
Passei a noite com minha filha ela estava muito
arrasada e eu estou soltando fumaça pelas orelhas como ele ousou bater nela,
ele não tinha direito não era pai dela, ou melhor era e não era, ele apenas a
fez e nada mais.
Adormecemos juntas e antes dela acordar levantei para
fazer o café e talvez mandar o Simon nunca mais chegar perto da minha filha
mais eu não sabia o endereço dele e não o queria mais ver. (S/N) estava
descendo as escadas e eu já estava pronta pro trabalho.
Mãe: Como está?
S/N: Bem melhor. –o
celular dela toca é uma mensagem e ela diz. –Posso sair com o Lou?
Mãe: Claro mais eu
preferia que não chegasse perto do Simon.
S/N: Nunca mais quero
vê-lo, ah de lá vou pros ensaios da minha apresentação de ginástica ta chegando.
Mãe: Ok, beijos.
MÃE: OFF
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