quarta-feira, 5 de março de 2014

Cap. 15 AYNIL



               No outro dia fui escondida na casa do Simon, eu tinha obrigado o Lou a me dar o endereço depois de muito aperreio mesmo eu com raiva dele. Como as mensagens eram pelo celular ele não percebeu minhas lagrimas simplesmente fui uma mandona pedindo e endereço e tchau.

                Simon veio atender a porta e entrei sem nem ele me convidar.

Eu: Vou logo ao ponto se não você não escuta.
Simon: O que você quer comigo. –falou rudemente.
Eu: Nossa calma. Eu só quero saber por que foi lá em casa?
Simon: Já me arrependi, você e sua mãe são duas medrosas eu odeio vocês.
Eu: Não fala assim dela seu... seu...
Simon: É a pura verdade e me arrependo de ter conhecido aquela mulherzinha que não presta.

                Em lagrimas comecei a soca-lo, mais eu era fraca e ele não sentia nada, ele pegou meus braços nas mãos e disse:


Simon: As duas não prestam, eu não quero mais vê-las.
Eu: Seu bastado, cretino, você não nos conhece cachorro sem vergonha.

Ele me deu um tapa e me jogou no chão e foi abrir a porta eu coloquei a mão no rosto, chorei e gritei em quanto levantava.

Eu: Eu te odeio, te odeio, te odeio. Seu bruto arrogante.

                Sai correndo porta à fora chorando, corri até não senti mais o ar nos meus pulmões, meus pulsos doíam pela força que ele fez e meu rosto ardiam pelo tapa. Limpei a vista embaçada me sentei no parque e respirei fundo.

                Logo flashes começaram brilhar, olhei para cima e um paparazzo estava batendo fotos minhas tentei esconder o rosto.

Eu: Por favor, para me deixa em paz. Que droga!
Louis: (S/N) vem por aqui. –Louis pegou no meu braço e me arrastou para um carro, o paparazzo não parava com as fotos.
Eu: Droga de paparazzo.
Louis: O que aconteceu (S/N)?
Eu: Nada me deixa em casa, por favor.
Louis: Se não quer falar comigo tudo bem.
Eu: Lou desculpa, mais eu só quero chegar em casa e eu estou chateada com você.
Louis: O que eu fiz?
Eu: Por favor, depois. –coloquei as mãos no rosto e chorei em silencio, tanta coisa acontecendo e ficar perto do Louis e não falar com ele só piorava.

                O carro parou em frente a minha casa desci o mais rápido e corri para dentro de casa, subi as escadas correndo bati a porta do quarto e me joguei na cama eu ainda chorava quando a Mari me manda a confirmação da inscrição na competição de ginástica que eu tinha me inscrito e não lembrava.

                Minha mãe entra no quarto no momento que eu jogo o celular no sofá.

Mãe: (S/N) o que aconteceu?
Eu: Nada mamãe. –falei entre soluços.
Mãe: Filha, amor, o que houve?
Eu: Mais uma vez eu fiz a coisa errada.
Mãe: Filha que marca de dedos são essas no seu rosto? Quem te bateu?
Eu: Mãe eu fui na casa do Simon, discutimos, e ele me deu um tapa.
Mãe: O que! Eu não acredito, aquele, ele vai me pagar.
Eu: Mãe me abraça, mãe me deixa só, eu prometo nunca mais ir procurá-lo. Ele me maguou, eu odeio ele.
Mãe: Isso é uma pena.


                Mamãe ficou deitada na cama comigo até eu adormecer.

MÃE: ON

                Passei a noite com minha filha ela estava muito arrasada e eu estou soltando fumaça pelas orelhas como ele ousou bater nela, ele não tinha direito não era pai dela, ou melhor era e não era, ele apenas a fez e nada mais.

                Adormecemos juntas e antes dela acordar levantei para fazer o café e talvez mandar o Simon nunca mais chegar perto da minha filha mais eu não sabia o endereço dele e não o queria mais ver. (S/N) estava descendo as escadas e eu já estava pronta pro trabalho.

Mãe: Como está?
S/N: Bem melhor. –o celular dela toca é uma mensagem e ela diz. –Posso sair com o Lou?
Mãe: Claro mais eu preferia que não chegasse perto do Simon.
S/N: Nunca mais quero vê-lo, ah de lá vou pros ensaios da minha apresentação de ginástica ta  chegando.
Mãe: Ok, beijos.

MÃE: OFF

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